Juros compostos são "juros sobre juros" — o efeito que faz o dinheiro crescer cada vez mais rápido com o tempo. Coloque um valor inicial, quanto pretende guardar por mês e a taxa, e veja para quanto isso vai, com a evolução ano a ano.
📈 Você vai ter no final
R$ 0,00
| Ano | Investido | Juros | Total |
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Metodologia: usamos a fórmula matemática padrão de juros compostos com aportes (valor futuro de uma série). Para entender o conceito na fonte, veja o material educativo do Banco Central do Brasil — Cidadania Financeira. Os resultados são estimativas e não consideram impostos (IR) nem inflação.
Nos juros simples, você ganha sempre sobre o valor inicial. Nos juros compostos, os juros de cada período passam a render também no período seguinte — é o "juro sobre juro". No começo a diferença parece pequena, mas com o tempo ela vira uma bola de neve.
Quando você soma aportes mensais, o efeito fica ainda mais forte: cada depósito novo entra na conta e começa a render junto. Por isso o tempo é o ingrediente mais poderoso — quanto mais cedo começa, mais os juros trabalham por você.
M = P·(1+i)n + PMT · [ ((1+i)n − 1) ÷ i ]
Quando você informa a taxa "ao ano", convertemos para a taxa mensal equivalente com i = (1 + taxaano)1/12 − 1, que é a forma correta de compor no tempo.
Você começa com R$ 1.000, guarda R$ 200 por mês, a 10% ao ano, por 10 anos:
Repare: quase 41% do resultado final veio só dos juros — dinheiro que apareceu sem você depositar. É o poder do tempo.
De nada adianta simular juros compostos se o dinheiro fica parado na conta. Mas os nomes assustam quem está começando — CDB, LCI, Tesouro… Aqui vai o guia direto, em português de gente, das aplicações mais comuns de renda fixa (as mais seguras). Os rendimentos abaixo usam como referência a Selic em 14,25% ao ano e o CDI em ~14,15% (julho/2026).
Aquela do banco de sempre. É isenta de imposto, mas tem uma regra que trava o rendimento: quando a Selic passa de 8,5%, ela paga só 0,5% ao mês. Hoje isso perde feio para as outras.
Você empresta para o governo federal. É o investimento mais seguro que existe no país e acompanha a Selic. Perfeito para a reserva de emergência, com resgate em 1 dia útil.
Certificado de Depósito Bancário. É como a poupança, mas rende muito mais. Procure os que pagam "100% do CDI" ou mais, com liquidez diária. Protegido pelo FGC até R$ 250 mil por banco.
Parecidas com o CDB, mas ligadas ao setor imobiliário (LCI) e ao agronegócio (LCA). A grande vantagem: não pagam Imposto de Renda para pessoa física. Costumam ter carência mínima.
Glossário rápido: CDI é uma taxa que anda quase colada na Selic e serve de "régua" da renda fixa — "100% do CDI" significa render praticamente a Selic. FGC é um fundo que garante seu dinheiro (até R$ 250 mil por banco) caso a instituição quebre. Liquidez é a facilidade de resgatar sem perder rendimento.
Isto é conteúdo educativo, não recomendação de investimento. As faixas de rendimento são aproximadas e mudam conforme a Selic, o banco e o momento. Não indicamos instituições nem produtos específicos. Antes de investir, avalie seu perfil e, se possível, fale com um profissional certificado (CFP®/CPA-20).